27
abr
09

Campanha de conscientização do metrô

Salve, galera!

Como fiel consumidora dos serviços do metrô e CPTM (afinal, não existe outro meio “pedestre” de ir de Santo André aos Jardins), já fui abordada e vi a nova interferência do metrô para melhorar a educação dos usuários.

A Campanha de Conscientização do Metrô é algo fenomenal, tanto do ponto de vista comunicacional quanto o seu impacto in loco. As artes, disponíveis no site do Metrô (em versão reduzida e quase sem qualidade), chamam a atenção nas estações cinzas, destacando principalmente o verde e o azul como cores predominantes na comunicação. Os títulos são simples e por vezes engraçados.

Resumindo: não tem como não reparar nos adesivos no chão da plataforma, nas portas do metrô e nas placas em todas as estações.

Além disso, uma ação que achei genial e que chama a atenção: eles contrataram atores para, como se fosse um “stand-up comedy”, encenar situações vividas por todos os usuários diariamente. Vai dizer que você nunca pegou gente que não vai entrar naquele metrô/trem, mas que mesmo assim insiste em ficar na frente da porta na plataforma, enquanto a multidão se aglomera atrás da criatura? Ou então aquele que AMA ouvir seu hip-hop/samba/rock/funk no último volume do celular SEM FONE DE OUVIDO!

Todas essas situações são retratadas nas pequenas e rápidas encenações que esses excelentes atores fazem. Não tem como não parar para prestar atenção e até mesmo ser convencido a mudar seus hábitos (ainda que momentâneamente) depois de vê-los.

Ainda não tem como medir o impacto dessa ação nos usuários comuns, aqueles que não são curiosos e treinados para farejar qualquer sinal de marketing ao seu redor, mas uma coisa tenho que dizer: o Metrô está de parabéns por, mais uma vez, inovar na maneira de conscientizar a população. Em um país onde o malandro é idolatrado, onde o bem-estar individual supera o coletivo, é sempre um alívio ver que ainda existem instituições preocupadas em educar e formar o caráter (ainda que pouco e limitado) nos “bois”.(1)

Eu sei o efeito que essa campanha de conscientização causou em mim:

  • “A faixa amarela é a sua segurança: somente a ultrapasse quando o trem abrir as portas”
  • “Carregue sua mochila nas mãos para não atrapalhar os demais usuários”
  • “Nas escadas, mantenha-se à direita. Deixe a esquerda livre para quem quiser passar”
  • “Abaixe o volume de seu aparelho celular ou MP3. Respeite os demais usuários”
  • “Se não vai desembarcar na próxima estação, não fique na região das portas. Utilize os corredores”
  • “Facilite o embarque e o desembarque. Não fique na região das portas”
  • “Não segure as portas dos trens. 70% dos atrasos do metrô ocorrem porque as pessoas seguram as portas”
  • E esses são os que lembrei sem precisar pensar muito. Isso é (lavagem cerebral) Marketing!

    (1)explicação: quando os motoristas dirigem feito loucos, é comum os usuários gritarem “ei, voce não tá carregando boi não!”.

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    16
    abr
    09

    A Geração Insensível

    Nada de Geração X, Geração Y, Geração Millenium. Pessoal que nasceu na década de 80, aprenda: somos a Geração Insensível! Pelo menos essa é a afirmação de cientistas divulgada no G1.

    Dizem eles que os breves e constantes bombardeios de informações a qual somos submetidos na Internet nos tornam insensíveis ao que acontece no mundo. Se fosse verdade, deveríamos passar em branco cada vez que o Corinthians ganha. E não preciso nem dizer que isso não acontece, né? (nada contra os corinthianos!)

    O que temos hoje é uma insensibilidade no sentido de já esperarmos por notícias ruins. Ninguém assiste os telejornais esperando ouvir reportagens do tipo “Favela se une para vencer o tráfico de drogas com educação”, ou “Governo Federal diminui o salário de deputados e senadores para R$ 1.000 reais e usa as economias para construir casas populares decentes”. Pelo contrário, sentamos e assistimos um desfile de horror, uma “black parade” com mortes de todos os tipos, violência, desrespeito ao ser humano: é o mercado do medo, que move milhões e milhões de reais (e pessoas) em busca do ângulo mais chocante do atropelamento, do detalhe de uma pessoa carbonizada em um incêndio. Quanto mais sensacionalista (no discurso deles: quanto mais real), melhor!

    Acho que, depois de 11 de setembro, nós criamos uma “casca grossa” e começamos a pensar que absolutamente QUALQUER COISA é possível de acontecer. Por isso somos “insensíveis”. Falta compaixão? Tenho que concordar nesse ponto! Não nos importamos mais com os sentimentos dos outros, independente do que seja.
    Tenho um exemplo em meu local de trabalho: a filha de um dos diretores descobriu que está com leucemia. Sabe o que a empresa fez? Nada. Deu três tapinhas nas costas e passou a agenda dele da semana! Nem 1 semana de folga para acompanhar a primeira semana de quimio, nada! E sabem quais são os “papos de cafézinho”?

    Ah isso acontece com todo mundo

    Acontece mesmo, mas não necessariamente precisa ser tratado com indiferença. Acho que o estudo foi infeliz em usar a palavra “insensibilidade”, já que o termo “indiferença” se aplicaria melhor ao caso. Não somos insensíveis ao que acontece no mundo! Sentimos o peso, a tristeza, a compaixão, em alguns casos choramos (escondidos, quando colocamos a cabeça no travesseiro ou quando estamos no banho), mas na maioria das vezes somos indiferentes! Passamos por cima das emoções que, sim, insistem em aflorar porque é isso que nos faz SERES HUMANOS!

    O mundo precisa de mais compaixão demonstrada, porque nós ainda a sentimos. Só preferimos abafá-la por medo de fazer papel de fraco, de desequilibrado emocional e etc etc etc… esse #mimimi de não demonstrar fraqueza me cansou! Da mesma forma que esse #mimimi com relação à geração de 80 me cansou também!

    Os computadores e a Internet não são a solução e nem são os problemas do mundo contemporâneo: eles são ferramentas, puras e simples ferramentas! Quem decide o que fazer com elas ainda somos nós, os “seres pensantes”. Então, por favor, use a massa chamada cérebro que existe dentro dessa caixa que divide suas orelhas chamada cabeça e faça algo decente por você e pelos outros.

    ps: post sugerido pelo Twitcast

    06
    abr
    09

    Bom dia, cavalo!

    Opinião própria individual de minha pessoa: não saber escrever tira metade dos meus créditos com o sujeito, seja esse sujeito um blog, site, empresa. Como confiar em alguém que não consegue se comunicar de forma correta em sua própria língua?

    1. Palavras/verbos/conjugações erradas:

    OK, temos problemas de alfabetização (maldita inclusão social, dirá algum revoltado), mas isso não é mais desculpa para escrevermos errado e acharmos normal. Se você está na “internê”, a “grande rede de informações”, perca 5 minutos revisando o texto que você escreveu, passe pelo Google, verifique dicionários online ou use até mesmo a “Verificação Ortográfica” do Word (caso você não saiba, ela é a responsável pelas “minhoquinhas” vermelhas e verdes embaixo de seu texto). São 5 minutos que vão te poupar de perder um grande cliente ou de não se fazer entendido por seus leitores.

    2. Enrolar, ou o famoso “encher linguiça”:

    Hoje recebi um texto escrito num português confuso e prolixo. Tinha “encheção de linguiça” escrito por todos os lados! O que é isso? É uma falsa impressão de que, quanto maior o texto, mais informações ele contém e mais relevante ele é. Vai me dizer que você nunca entregou um texto para o professor no ginásio e ele, ao ver aquelas 2 folhinhas, levantou uma sombrancelha e disse: “só isso?”

    Sim, professor, é só isso! Não vou enrolar, não vou dar voltas, não vou usar palavras difíceis. Vou direto ao ponto, explico minha opinião, justifico e encerro meu texto. Muitas palavras não garantem que você sabe muito, só te garantem a imagem de alguém que gosta de falar/escrever.

    Acho esses 2 pontos cruciais. Escrever bem é ser entendível, simples e direto.

    Quem muito fala dá bom dia a cavalo

    Antiga sabedoria popular muitíssimo atual. Quanto mais se fala/escreve, maior a chance de fazer algo errado. Então, vamos nos manter simples e claros!

    31
    mar
    09

    Tudo começa de alguma forma

    Já fiz, apaguei, tentei de novo, escrevi 3 posts e deletei… mas agora vai funcionar!

    Descobri o que faltava: um propósito! E muita força de vontade e determinação. Sei que não serei um @crisdias no quesito “influência digital” ou um @diegoeis no quesito “conhecimento”, mas quero ter meu espaço nesse caos organizado por hashtags chamado Internet.

    De mídias digitais à rede sociais, passando por HTML e CSS, Twitter (@paulinhapenedo), Photoshop, ambiente corporativo, experiências pessoais, desabafos esporádicos, sonhos de freelance…

    Frase batida, mas não há nada melhor para encerrar o primeiro post: bem vindo ao meu mundo!




    O que vem por aí?

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    O que já foi….